Tenho por perniciosa a ideia da pobreza como o preço a ser pago pela virtude: “Sou pobre, mas sou honesto!”.
A pobreza, em si mesma, já é uma indecência; conformar-se a ela é estupidez; argumentar ser ela necessária é cinismo; curvar-se ante os que a promovem é canalhice, e apregoar ser ela a vontade de Deus é a maior de todas as blasfêmias.
Nabor Nunes
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