Nós nos tornamos eternos nas lembranças de outras pessoas, não sabemos quantas. De alguma forma, essas lembranças nossas em outros, provocam e até modificam outras lembranças de mais outros, e assim viajamos de lembrança em lembrança, estas expressas por linguagens variadas, através dos infinitos universos existentes, sendo que cada lembrança nasce e se desenvolve nos múltiplos universos de cada um.
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Do livro CLÁUDIA E ANELISE: PAIXÕES DE OUTONO
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